Recordando

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

JUIZ DE DIREITO DANILO CAMPOS COMPARA A OAB A POCILGA

MONTES CLAROS-MG -  Juiz  compara certos advogados porcos e OAB a pocilga

Não sobrou ninguém. Num desabafo público, feito nos autos de processo em que estão sendo executados os bens de supostos “laranjas” do prefeito Warmilon Fonseca Braga, de Pirapora/MG, o juiz da 5ª Vara Cível da Comarca de Montes Claros, Danilo Campos, critica a atuação da OAB, do Ministério Público, do TJMG, do CNJ, do CONAMP, da Receita Federal e da Polícia Federal, que considera insuficiente para combater a corrupção.
Respondendo às denúncias que lhe foram feitas pelo advogado Antônio Adenilson Rodrigues Veloso, o juiz fez uma analogia, comparando certos advogados a porcos e a OAB à pocilga que os abriga.
Leiam abaixo a íntegra da manifestação do Juiz Danilo Campos:
Processo nº. 23.032.6.98/11
Exceção de Suspeição
Trata-se de incidente dito exceção de suspeição, pelo qual as supostas partes, Anne Fonseca Braga e Anderson Fonseca Braga, pretendem afastar-me do processo de execução contra eles instaurado, que cobra vultosa dívida, querendo os executados, por todos os meios, fazer protelar a satisfação desse crédito e tolher este juiz de tomar as iniciativas que vinha tomando relativas aos diversos ilícitos que, neste e noutros processos, se revelaram.
Dizem estas supostas partes, representadas por “advogado”, com ficha e reputação mais sujas que pau de galinheiro, que o juiz manteria contubérnio promíscuo com um vereador da cidade de Pirapora, opositor do prefeito daquela cidade, Warmilon Fonseca Braga, tio e irmão dos executados, que em razão disso estariam sendo perseguidos pelo juiz, pessoa segundo eles despida de dignidade, porque carente de condições morais por ser pederasta, mantendo relacionamento de natureza homossexual com promotores e colegas, não tendo logrado promoção na carreira em mais de 500 tentativas e tendo sido recentemente expulso de sua associação de classe.
Primeiramente, devo destacar que muito embora as “partes” estejam representadas nos autos da execução por mais de um advogado, fez-se necessária a contratação de mais este, que entrou no processo como um jagunço, contratado para fazer o serviço sujo, porque afinal não é qualquer “profissional” que se presta ao papel ao qual se permite este escória da advocacia, que acumulando dezenas de processos criminais e representações disciplinares, vem sendo desde décadas a vergonha de sua classe, levando-nos a crer que a sua manutenção nos quadros da OAB cumpre talvez ao desígnio de dar razão à predica do Padre Manoel Bernardes: “Porcos entrai na pocilga, assim como os advogados entram no inferno”.
Mas, verdade seja dita, o ódio de tal causídico por este juiz não é sem motivo, porque há muitos anos, na comarca de Bocaiúva, atalhei sua empreitada criminosa, quando uma quadrilha de rábulas, por ele comandada, tencionava subtrair todos os bens de um louco, que candidamente assinou papéis a estes amigos do alheio, concedendo-lhes poderes para disposição de todo seu patrimônio.
Assim, as ofensas de agora e de ontem a este magistrado, partindo de um desajustado com recalque de sua condição (Freud explica), e que por esta circunstância é levado a enxergar os outros sob sua ótima particular de enrustido, soam como gostosos elogios, porque mal seria ser elogiado por um tal psicopata, que encontrando proteção do seu órgão classe só vem confirmar a necessidade urgente da instituição de um controle externo também sobre a OAB, instituição que vive de pretender varrer o quintal alheio, ao mesmo tempo que mantém muito sujo o próprio terreiro.
Retornando, porém, ao fio da meada, como eu estava dizendo, os executados são parentes de um prefeito cuja declaração de bens entregue por suas próprias mãos à Justiça Eleitoral é a confissão do “milagre da multiplicação dos pães”, sendo possuidor de fortuna por ele próprio estimada em mais de 40 milhões de reais, com acervo imobiliário em grande parte registrado em cartório em nome de sua sobrinha, a primeira executada (que se qualifica como mera estudante) e que no processo comparece para defender a propriedade destes bens como se fossem seus, o que recomenda seja referida doravante pelo nome que se lhe dá o vulgo, que chama a tais farsantes de “laranjas”.
Então, pelo que se vê, não é à toa que o Brasil se destaca como grande produtor mundial da fruta, porque esta “laranja” (que declarando sua condição de miserabilidade formulou, várias vezes, durante a tramitação do processo, pedido de assistência judiciária), é que vem agora, ao lado deste marginal da advocacia, com a pretensão de assassinar a honra deste magistrado, acoimando-o de pederasta e corrupto, pretendendo talvez que para prova de sua honestidade este juiz se faça de cego, fingindo não ver a lavanderia de dinheiro sujo que se estabeleceu a frente de seus olhos.
O curioso, entretanto, é que apesar de tanta evidência, da confissão de papel passado do crime, e destes fatos terem sido noticiados à Receita Federal e ao Ministério Público desde 2004, até agora parece nada foi feito de efetivo no sentido de obstaculizar o prosseguimento destas ações criminosas, porque esta quadrilha de assaltantes do erário, demonstram os fatos, está mais ousada e atuante que nunca.
E quando não agem os que deviam, são expostos a críticas e a perigos aqueles que tomam a iniciativa de fazer cumprir a lei, pelo que, aproveitando do ensejo, determino a extração de cópia desta manifestação com os documentos pertinentes para instruir representação ao Conselho Nacional do Ministério Público, para apuração das devidas responsabilidades pelas omissões aqui noticiadas, notadamente em relação à Procuradoria dos Crimes Contra Prefeituras.
Também, dada e evidência e notoriedade dos crimes, que aqui se noticiam, incrível que a Receita Federal, que vive de reter em suas teias pequenos contribuintes (por fatos a maior parte das vezes insignificantes) e a Polícia Federal, que se destaca na caça aos políticos corruptos, não tenham até agora conseguido deter esta quadrilha, pelo que determino também sejam oficiadas as superintendências respectivas, para as devidas providências e ao mesmo tempo o Ministério Público Federal, a fim de que o conhecimento desses fatos cheguem até ao COAF, entidade de inteligência financeira do Brasil, cuja inteligência, no entanto, à vistas destas circunstâncias, parece-me ligeiramente embotada.
Quanto à acusação de não ter servido para a carreira da magistratura, a qual, aliás, nunca me despertou interesse, não tenho do que me lamentar, porque segundo a ministra corregedora, Eliana Calmon, a carreira do Judiciário estaria talhada para os ignorantes e despreparados, que por instinto de defesa não criam problemas com ninguém.
E este fato, se verdadeiro, em parte se debita à atuação, ou a falta dela, da representação classista dos juízes, que subvertendo a lógica do associativismo profissional tornou-se refúgio de magistrados carreiristas, que logravam o milagre de fazer da arriscada atuação sindical uma fonte perene de proveito para suas carreiras, situação que venho denunciando sem sucesso desde a criação do CNJ, tendo sido autor da primeira representação que ali foi protocolada, justamente para denúncia desses lalaus do mérito alheio.
Assim, com a barganha estabelecida a partir da própria representação classista dos juízes, não é de se admirar que os tribunais tenham se convertido em zona franca da impunidade dos políticos, que mantendo com tanta perseverança o odioso foro privilegiado, demonstram saber com quem podem contar.
E o pior é que, neste aspecto, desde a criação do CNJ, as coisas só têm piorado, porque agora estamos assistindo essas pessoas, que foram promovidas sem sequer em muitos casos a publicação dos editais de abertura destes concursos, chegarem à iminência de ocupar vagas em tribunais superiores, pelo que determino a extração de cópia deste expediente para remessa também ao CNJ, cobrando, finalmente, o julgamento da representação por mim aviada em 07 de abril de 2009, tocando a questão das promoções no TJMG.
Dito tudo isso, devo dizer, porém, que se meus argumentos não convencerem, se meu desabafo não for bem compreendido e se me quiserem subtrair deste processo, bem como de todos os outros, eu só tenho que me dar por agradecido. Afinal o exercício da judicatura em 1º grau hoje é uma tarefa por demais arriscada, o que confirmam os fatos recentes e um curiosíssimo artigo, intitulado “Quem matou os juízes corretos?”, da lavra de eminente jornalista e jurisconsulto, Soares Feitosa, que pontifica que os juízes corretos estão sendo sacrificados pela inação de seus colegas omissos.
Assim, devo dizer também que não faço questão de atuar aqui ou ali, mas em atuação não me submeterei ao aliciamento da ideologia do ultragarantismo, que passando a sensação de que só os bandidos têm direitos, estabeleceu um profundo abismo entre a opinião pública e o mundinho fechado dos “homens da lei”, onde se sobressaem os juízes que, fazendo-se de cegos, vivem hoje de reclamar dos “ataques” da imprensa.
De fato, como o disse Ihering, em A Luta pelo Direito, quando a impunidade ousa se expor escandalosamente em público, é sinal evidente que falhamos em nossa missão, não adiantando daí que os juízes esbravejem cobrando respeito, porque respeito não se compra, nem se obtém por extorsão, sendo como é atributo que só se conquista fazendo por ele merecer.
De minha parte, à vista de tamanha, pública e notória corrupção e impunidade, se me quiserem cego e lerdo, devo responder como o Ministro do STF, Marco Aurélio, que disse, sobre a Polícia Federal, preferir os seus “excessos” a sua apatia, porque desde 30 anos atrás, quando entrei no Serviço Público, recusei a lição de vida de um antigo inspetor de polícia que me recomendou: “mesmo eu nunca vi nenhum funcionário público ser punido por não fazer nada, mas por querer fazer alguma coisa, muitos se deram mal”.
De resto, a lei não recomenda a inação, pelo contrário, estimula a iniciativa judicial na denúncia dos crimes de ação pública (art. 40 do CPP), tipificando por outro lado como crime a prevaricação, fazendo dispensar por outro lado a comprovação dos fatos públicos e notórios.
Por derradeiro, quando a assertiva que este juiz se deu por suspeito em outro processo contra o mesmo prefeito, é de lembrar-se que formalmente o prefeito interessado no julgamento deste processo não é sequer parte ou assistente nestes autos, razão porque não lhe é dado beneficiar de sua própria torpeza, ao esconder-se atrás da capa de seus parentes.
Também, cabe-me dizer, que as circunstâncias hoje são outras, porque naquela ocasião alistou-se este magistrado entre os candidatos que, nesta comunidade, e revoltados com a corrupção eleitoral, fundaram um comitê para combater esta chaga, tendo o dito prefeito então sido denunciado por atuação daquele comitê. Mas hoje tudo isto é passado. A corrupção triunfou e este juiz recolheu-se a sua insignificância, já sem esperança de alcançar, no exercício do cargo, o dia feliz em que os juízes compreenderão finalmente que representamos o papel dos super-heróis dos quadrinhos, a quem o povo espera na praça para aplaudir, bastando que consigamos fazer triunfar a justiça sobre a impunidade.
Deixando de reconhecer, portanto, razões para me despedir deste processo, com o que se visa tão somente obstaculizar a ação da Justiça, determino a sua suspensão até julgamento deste incidente, devendo estes autos subir ao Tribunal, após a remessa de cópia desta manifestação com os documentos pertinentes às autoridades anteriormente destacadas.
Int.
Montes Claros/MG, 22 de agosto de 2011
Danilo Campos
Juiz de Direito

sábado, 3 de setembro de 2011

Banco Carrefour S/A: seu nome pode estar no SPC !!!

São Paulo / SP  -   A população brasileira está sendo surpreendida por cobranças fantasmas. A senhora Ana de tal ,residente na cidade de Coração de Jesus-MG,viu o seu nome "sujo" no Serviço de Proteção ao ´Crédito por força de um contrato que comercial nunca assinado com o Banco Carrefour S/A. Foram longos meses de sofrimento. No dia 31 de maio de 2011,a referida senhora foi a uma casa comercial no interior de Minas para fazer uma compra quando foi impedida. A resposta era de que a sua dívida com o Banco era de R$ 1.955,36. Imediatamante,foi à Polícia Militar e registrou a queixa (BO) informando que nunca havia saído do interior de Minas e nunca havia solicitado cartão de credito do Banco Carrefour S/A.
No dia 14 de maio de 2011, através de procurador, entrou em contato com a Ouvidoria do Banco informando o registro na Policia Militar bem como todos os seus dados e assinatura. Depois de muito esperar e ficar impedida de comprar a prazo, no último dia 20 de agosto constatou que o seu nome não mais fazia parte da relação de devedores. Depois de tantos meses de angustia,a Senhora Ana de tal estará entrando com Ação de perdas e danos morais,esperando que a Justiça seja mais rápida.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

"Dr" Sócrates internado.

SÃO PAULO - SP - O ex-jogador de futebol Sócrates foi internado.O motivo: muito álcool. Esse caso do ex-jogador, que sempre gostou de beber e fazer farras desde que jogava futebol, me lembra o meu ex-cunhado Ronaldo. Certa vez, o também médico Dr. Ronaldo estava chamando a atenção de um paciente por causa de bebida e cigarros. Então dizia: " olha eu gostaria que o senhor abandonasse os vicios da bebida e do cigarro." Quando o paciente saiu, eu perguntei :" Dr. Ronaldo, quando o senhor vai também abandonar os dois vicios?" Por pouco eu fui agredido. É isso que nós temos visto no Brasil. Os médicos viciados em cigarros e bebidas são péssimos exemplos para o cidadão que precisa de aconselhamentos.Uma grande maioria não serve como referência. Para certos profissionais médicos qualidade de vida é outra coisa!A Associação Médica deveria atentar mais para esse lado negativo dos "profissionais" médicos.

MINISTÉRIO PÚBLICO MINEIRO IGNORA PETIÇÃO DATADA DE 2007



    CORAÇÃO DE JESUS-MG -  Lamentavelmente, o Ministério Público mineiro não tem dado ouvidos ás denuncias feitas no interior do país. Mais uma vez, no Município de Coração de Jesus - MG, petições dormem nas prateleiras da sala da Promotoria sob a proteção de um Auxiliar do MP . Por acaso cinco petições fossem apreciadas , muitas ações não estariam em curso e pessoas consideradas da alta sociedade estariam presas.mas, as mesmas,tudo indica, são bem protegidas por pessoas de seu relacionamento e com emprego no MP. Veja o caso dessa petição datada de 07 de março de 2007 cujos os denunciados continuaram agindo de má fé. Provado está, nem sempre as autoridades se interessam em saber o que está acontecendo nas comarcas do interior do país. Preferem ficar enviando ofícios para que os protegidos fiquem isentos de punições.O MP-Ministério Público existe, também, para fiscalizar as Delegacias de Polícia Civil para evitar certas mazelas.Aquele municipio tende a ser o campeão nacional de falsificações de documentos e grande número de apadrinhamento de advogados pela OAB-Ordem dos Advogados do Brasil /MG.

CARTÓRIOS SÃO PROTEGIDOS EM MINAS GERAIS

O Governo Federal anunciou que muitos Cartórios terão as suas titularidades substituídas. Espera-se uma medida forte principalmente no interior do país. Como estamos falando há muitos anos, no interior de Minas Gerais, o Cartório de Registro de Imóveis do Município de Coração de Jesus, continua sendo protegido por pessoas que ostentam uma posição forte em algum órgão Federal ou Estadual. O que não é possível entender uma matéria publicada no Jornal Tribuna Mineira ser aceita,com tranquilidade, pela Promotoria,Juiz e Delegacia Policial local. Caso não fosse verdade, o editor do jornal já estaria cumprindo pena. O que se tem conhecimento e que outras barbaridades estão sendo acobertadas em prejuízo de uma classe pobre.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

ATUAÇÃO DA POLÍCIA FEDERAL DO BRASIL


PRESIDÊNCIA

Nota de Esclarecimento: atuação da Polícia Federal no Brasil

12/08/2011 - 18:31

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal vem a público esclarecer que, após ser preso, qualquer criminoso tem como primeira providência tentar desqualificar o trabalho policial. Quando ele não pode fazê-lo pessoalmente, seus amigos ou padrinhos assumem a tarefa em seu lugar.
A entidade lamenta que no Brasil, a corrupção tenha atingido níveis inimagináveis; altos executivos do governo, quando não são presos por ordem judicial, são demitidos por envolvimento em falcatruas.
Milhões de reais – dinheiro pertencente ao povo- são desviados diariamente por aproveitadores travestidos de autoridades. E quando esses indivíduos são presos, por ordem judicial, os padrinhos vêm a publico e se dizem “ estarrecidos com a violência da operação da Polícia Federal”. Isto é apenas o início de uma estratégia usada por essas pessoas com o objetivo de desqualificar a correta atuação da polícia. Quando se prende um político ou alguém por ele protegido, é como mexer num vespeiro.
A providência logo adotada visa desviar o foco das investigações e investir contra o trabalho policial. Em tempos recentes, esse método deu tão certo que todo um trabalho investigatório foi anulado. Agora, a tática volta ao cenário.
Há de chegar o dia em que a história será contada em seus precisos tempos.
De repente, o uso de algemas em criminosos passa a ser um delito muito maior que o desvio de milhões de reais dos cofres públicos.
A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal colocará todo o seu empenho para esclarecer o povo brasileiro o que realmente se pretende com tais acusações ao trabalho policial e o que está por trás de toda essa tentativa de desqualificação da atuação da Polícia Federal.
A decisão sobre se um preso deve ser conduzido algemado ou não é tomada pelo policial que o prende e não por quem desfruta do conforto e das mordomias dos gabinetes climatizados de Brasília.
É uma pena que aqueles que se dizem “estarrecidos” com a “violência pelo uso de algemas” não tenham o mesmo sentimento diante dos escândalos que acontecem diariamente no país, que fazem evaporar bilhões de reais dos cofres da nação, deixando milhares de pessoas na miséria, inclusive condenando-as a morte.
No Ministério dos Transportes, toda a cúpula foi afastada. Logo em seguida, estourou o escândalo na Conab e no próprio Ministério da Agricultura. Em decorrência das investigações no Ministério do Turismo, a Justiça Federal determinou a prisão de 38 pessoas de uma só tacada.
Mas a preocupação oficial é com o uso de algemas. Em todos os países do mundo, a doutrina policial ensina que todo preso deve ser conduzido algemado, porque a algema é um instrumento de proteção ao preso e ao policial que o prende.
Quanto às provas da culpabilidade dos envolvidos, cabe esclarecer que serão apresentadas no momento oportuno  ao Juiz encarregado do feito, e somente a ele e a mais ninguém. Não cabe à Polícia exibir provas pela imprensa.
A ADPF aproveita para reproduzir o que disse o ex-ministro Márcio Thomaz Bastos: “a Polícia Federal é republicana e não pertence ao governo nem a partidos políticos”.
Brasília, 12 de agosto de 2011
Bolivar Steinmetz
Vice-presidente, no exercício da presidência

GRUPO JURISPOL. Delegados de Polícia de Minas Gerais. Debates.
 
A ÉTICA DO JURISPOL VEDA A RETRANSMISSÃO DE MENSAGENS AQUI POSTADAS SEM AUTORIZAÇÃO DO RESPECTIVO AUTOR OU GRUPO DE AUTORES. SEJA RIGOROSO NO CUMPRIMENTO DESTA EXIGÊNCIA.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

NÃO FIQUE PARADO . DENUNCIE!!!


DENUNCIAR PRA QUEM?

O Brasil é um país de dimensões continentais, onde não existe conexão das redes de atendimento ao cidadão.
Muitas vezes vemos governos concorrem entre si para mostrar quem pode ser mais ineficiente. 
Por isso o cidadão não sabe onde buscar seus direitos e deixa de fazer o que deve ser feito para melhorar os sistemas implantados. 
Para colaborar com você, INFORMO  números importantes, que você deve usar e DENUNCIAR para que os sistemas possam melhorar.

ANOTE:

ANATEL (Agencia Nacional de Telecomunicações) em casos de reclamação e denuncias contra operadoras de telefonia móvel ou fixa: 1331

ANS (Agencia Nacional de Saúde Suplementar -reguladora de planos de saúde) em caso de não cumprimento de contratos, carência, vagas, controle consultas: (0800)7019656

Direitos Humanos - em caso de violência física, psicológica ou sexual contra criança, adolescente, mulher ou IDOSO - disque 100

OUVIDORIA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA  (0800) 702 11 11 – Alguém se enriquecendo sem fazer nada? Denuncie.

CORREGEDORIA DO MP – Ministério Público – Denuncia contra funcionários que trabalhem na sala da Promotoria e os próprios Promotores.  (0800) 70 103 19  OU ouvidoria@mp.mg.gov.br

OUVIDORIA DA POLICIA CIVIL – Denuncia contra Delegado de Polícia Civil, Escrivães, etc. (0800) 28 39 91 91

SECRETARIA DE DEFESA PESSOAL – (0800) 2858191
OGE - Ouvidoria (ouvidoria@ouvidoriageral.mg.gov.br) Denuncias de todas as espécies referentes a Policia Civil

OUVIDORIA GERAL DO CONSELHO NACIONAL DA OAB-ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL – O seu advogado é incompetente e só quer receber dinheiro,reclame direto em Brasília (DF). Determinadas Representações da Ordem nos Estados protegem Advogados que são parentes de pessoas influentes. ouvidoriageral@aabdf.com

FINALMENTE, FISCALIZE A PREFEITURA E A CÂMARA DE VEREADORES DO SEU MUNICÍPIO. QUALQUER IRREGULARIDADE, DENUNCIE !
Seja bem-vindo à Ouvidoria do TCU
O Tribunal de Contas da União conta com a participação do cidadão na realização do controle social. Ou seja, a sociedade verificando como está sendo feita a aplicação dos recursos pagos pelos cidadãos ao Estado.
Para entrar em contato com a Ouvidoria do TCU, existem os seguintes canais:
Formulário eletrônico: na página Cadastro de Manifestação;
Central Telefônica: 0800-644-1500, opção 1;
Fax: (61) 3316-5015;
Correspondência: Setor de Administração Federal Sul, quadra 4, lote 1, Ed. Sede, sala 106, CEP 70042-900, Brasília – DF;
  
Atendimento presencial: Edifício Sede do TCU, em Brasília, mediante agendamento prévio pelo telefone 0800-6441500, opção 1.
Para saber que demandas são atendidas pela Ouvidoria do TCU, acesse a Carta de Serviços da Ouvidoria.
Se deseja conhecer normas, instruções, manuais ou outros serviços do TCU, consulte os atalhos organizados pela Ouvidoria em Serviços, informações e publicações do TCU.

Importante lembrar que só com denuncias registradas é que estas agências podem promover intervenções e exigir melhoria no serviço prestado.

Por isso anote estes números e DENUNCIE.

Exerça sua cidadania.


 LEVÍ LAFETÁ
FONE : ( 38 ) 91 49 28 51
lafeta_levi@hotmail.com

http://levilafeta.blogspot.com/