Recordando

sábado, 26 de maio de 2012

PELÉ e PEPE COM A CAMISA TRICOLOR.


A Revista Esportiva CORNER vai mostrar como Pelé e Pepe vestiram a camisa do Fortaleza Esporte Clube (Ceará).
Saiba muito mais sobre a Revista CORNER acessando:

A USP - Universidade São Paulo com a palavra.





No Município de Coração De Jesus Minas, há muitos anos a USP - Universidade São Paulo levou vários esqueletos de dinossauros não se sabe para qual país ou se ficou em São Paulo. E os esqueletos continuam aparecendo e a USP levando. Pelo que se sabe, o município não recebeu nenhuma vantagem. E de REPENTE, EM ANO DE ELEIÇÃO, o Prefeito Antônio Cordeiro de Farias (Toninho Cordeiro) - caído nas pesquisas - acredite - estará inaugurando a sala do dinossauro que não se sabe ser o esqueleto de plástico ou de outro material. 
A pergunta que não quer calar: " Senhor Diretor da USP,quais são as vantagens recebidas pelo município de Coração de Jesus-MG?

E o que é mais lamentável e preocupante,basta abrirmos o www. google.com.br e constatarmos que um esqueleto de um dinossauro custa uma fortuna e é disputado por vários países. Providências legais serão tomadas para que apareçam as respostas sobre o destino dos outros esqueletos. 
Clique e confira:
http://www.noticiasbr.com.br/leilao-americano-vende-esqueleto-de-dinossauro-por-us-1-milhao-55848.html

sexta-feira, 25 de maio de 2012

REDAÇÃO DE VESTIBULAR





           
Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação
do seguinte trecho de poema de Camões:

'Amor é fogo que arde sem se ver,
é ferida que dói e não se sente,
é um contentamento descontente,
dor que desatina sem doer '.

Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação :

'Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo !'

A Vestibulanda ganhou nota DEZ: pela originalidade, pela estruturação dos versos, das rimas insinuantes, e também foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher.
 

MULHER COM HORA MARCADA NO CABELEIREIRO


   
 UMA MULHER COM HORA NO CABELEIREIRO E SEM UMA VAGA PARA ESTACIONAR....
   

 QUANDO ELA SAIU DO SALÃO E ESTAVA INDO RETIRAR O VEÍCULO, FOI INTERPELADA 
PELO POLICIAL,  QUE LHE PERGUNTOU: 

- MAS O QUE VOCÊ FEZ?

 RESPONDEU ELA:

- CORTEI E FIZ LUZES, VOCE REPAROU?


 

CEN - Clube dos Escritores Novos (Entrevista em 2005)



Webjornal - Quinzenal  - Edição 79 - Aracaju,  19 de junho a 17 de julho  de 2005
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Novos Escritores
Luz no fim do túnel
Por Paulo Lima
Escrevendo desde os 10 anos de idade, Leví Lafetá lançou seu primeiro livro aos 18. Hoje tem 60 e, alguns livros depois, desistiu de bater à porta de editoras para divulgar seu trabalho. Por isso, idealizou um clube para escritores novos, o CEN, por meio do qual poderá tirar do limbo os aspirantes a um lugar no mundo as letras.
Mineiro de Coração de Jesus, Leví foi morar aos 14 anos no Rio de Janeiro. Hoje está estabelecido na cidade de Vila Nova de Gaia, um distrito do Porto, Portugal. No currículo, Leví Lafetá carrega as profissões de advogado, administrador de empresas, radialista e jornalista esportivo. 
Embora com uma incursão pela política (foi candidato a vereador e deputado federal pelo Rio de Janeiro), Leví aposta mesmo é na literatura. Com seu novo projeto, o Clube de Escritores Novos (CEN), espera já de saída reunir 50 escritores. Leví falou ao Balaio de Notícias sobre a gênese e o funcionamento do Clube e, naturalmente, sobre literatura.

BN - Como surgiu a idéia do CEN-Clube de Escritores Novos?
Leví Lafetá - As dificuldades que o escritor iniciante encontra para lançar o seu livro continuam sendo muito grandes.Veja bem, estou com 60 anos de idade, comecei escrevendo aos 10 anos e com 18 lancei a minha primeira obra. Mas, só foi possível lançar porque um irmão trabalhava em gráfica e, depois do expediente, imprimiu 200 exemplares, através daquelas impressoras antigas – letra por letra – do meu livro Eu e você. Nessa ocasião eu já havia deixado a minha cidade natal Coração de Jesus (Minas Gerais) e morava no Rio de Janeiro.
Recebi os meus exemplares e fui mostrando às editoras cariocas para ver se imprimia uma edição com 1000 exemplares. Decepções e mais decepções e humilhações. Até ouvi de um editor que eu devia pensar era em estudar e que já existiam muitos escritores para poucos leitores. Anos depois, através de amigo, consegui, através da Livraria dos Esperantistas, a edição do livro Eu, você... e a vida. Ufa!! Mas era difícil pagar as prestações da edição.
Eu não sabia como vender os exemplares. Com muito custo consegui uma noite de autógrafos que só veio aumentar as minhas dívidas. Como todo iniciante, pensei que fosse vender todos os exemplares e assumi inúmeros compromissos financeiros. Tomei conhecimento de que o Ministério da Educação e Cultura ajudava os autores novos comprando as suas obras. Fui ao encontro da senhora de nome Salvadora, que era a chefe do Banco do Livro, para me comprar os exemplares que já ocupavam lugar em minha casa. Ledo engano, ela me respondeu que não era possível naquele momento. Dez meses depois de ter preenchido uma ficha cadastral, recebo um telefonema para comparecer ao Banco. Lá chegando de peito estufado de emoção recebi a seguinte proposta: “Olha, estamos com um resto de verba que não podemos devolver e queríamos saber se quer vender os seus exemplares”. Disse que sim. Mas, o valor que eu recebi não correspondia nem a 20% do valor dos exemplares. Então, continuei tentando melhorar a maneira de apresentar as minhas obras na esperança de vê-las bancas das livrarias para que todos pudessem folhear.
Certa ocasião, coloquei os exemplares da terceira obra em várias livrarias e passava de mês em mês para saber como estavam as vendas. E a frase que eu mais ouvia era. ”Tem certeza,menino, de que você deixou aqui para vender?” E voltava dias depois e o funcionário dizia: “Encontrei os exemplares, estavam lá no porão, no depósito”. Assim aconteceu com os cinco primeiros lançamentos.
E no sexto, em 2001, foram contratadas uma editora e uma distribuidora.Como última experiência, autorizei por escrito que somente 500 exemplares fossem impressos. A editora e a distribuidora providenciaram a noite de autógrafo, quando foram vendidos mais de trezentos exemplares. Resumo: até hoje não me prestaram conta e continuam vendendo a minha obra em várias cidades do Brasil. O CEN – Clube dos Escritores Novos surgiu para sanar todos essas injustiças com os autores novos.BN - Como o clube será financiado?
L.L - Muito simples. Todos nós pagamos consórcios para bens materiais. O CEN é uma espécie de consórcio. Mas, quais as vantagens? O Autor lançará, inicialmente, 500 exemplares que estarão vendidos em três meses. No site www.cen.com o escritor vai se promover e continua a vender os seus exemplares através da Livraria CEN . Não há a menor possibilidade do livro ficar no porão das livrarias. Vamos criar encontros anuais dos autores como se fosse uma feira dos nossos livros. No final, acredite, formaremos um grupo tão forte que as pessoas passarão a se comunicar e trocar conhecimentos. E de repente pode até sair casamento (risos). Com seis meses de funcionamento, vamos lançar o categoria de sócio leitor, que pagará uma pequena mensalidade e receberá,todos os meses, uma obra dos nossos escritores.

BN - O clube será aberto somente a autores de língua portuguesa?
L.L - Inicialmente, será para aqueles que nasceram em países que falam a nossa língua. Já estamos em Portugal, na cidade do Porto, fazendo os primeiros contatos.

BN - Quantos membros pretende reunir inicialmente?
L.L - Dentro do planejamento, temos que iniciar com, apenas, 50 escritores. Pois queremos mostrar como funciona e não deixar dúvidas naqueles que sofrem para fazer parte da literatura. O que eu senti não desejo a ninguém.

BN - A menção a “escritores novos” tolherá a participação de escritores mais velhos que não tenham ainda obtido publicação junto a alguma editora?
L.L - Sim, os escritores é que são novos na literatura e não um clube. Será somente para jovens que querem escrever e lançar livros. Afinal, a nossa idade está no nosso espírito. Veja, quantos aposentados estão pelo mundo procurando algo para preencher o tempo! Quer algo mais lindo que os da melhor idade escrevendo e colocando à disposição de todos as suas experiências?

BN - Você lançou seu primeiro livro aos 18 anos. Qual tem sido sua relação com as editoras desde então?
L.L - A relação é de uma maneira com o pé atrás. Hoje, no Brasil, um dos melhores negócios é a edição de livros. Como um autor vai controlar as suas vendas? Falam tanto em CDs piratas, mas o governo esquece das piratarias organizadas que são as editoras que não prestam contas aos autores. Mas, infelizmente, temos um Ministro da Educação que é cantor e um outro que é médico e assumiu o Ministério da Fazenda.

BN - Em sua opinião, o critério mercadológico é o que mais pesa na decisão das editoras para publicar um livro?
L.L - Nada disso, as editoras nunca levaram prejuízos. As feiras que levam milhares de pessoas são, nada mais, nada menos, a reunião das editoras que tomaram conta do mercado e colocam goela abaixo os seus autores.

BN - As feiras de livros e bienais são importantes para os escritores?
L.L - Não, elas não representam a verdade. Eu nunca fui convidado. Fui convidado, sim, para pagar para que a minha obra apareça. As editoras ganham de todas as formas.BN - Elas ajudariam os novos talentos?
L.L - Nunca ajudaram e não vão fazer isso agora. O que vai acontecer é que com o CEN muitos autores vão aparecer e elas irão atrás do que já está divulgado.Todo escritor tem que bancar as sua obras no inicio. Mas, bancam e depois não agüentam porque o marketing tem que ser forte. No CEN o escritor terá isso para sempre sem haver necessidade de se humilhar diante dos donos das editoras.BN - Qual a sua opinião sobre fenômenos como Paulo Coelho?

L.L
 - Aprendi que marketing é uma mentira repetida. Um Paulo Coelho nunca chegará a um Machado de Assis que viveu numa época em que não existiam as fantasias da propaganda. A sociedade tem a sua culpa. Eu ainda prefiro me inspirar num Castro Alves, Machado de Assis e outros da sua época. Desculpa, mas tem muita gente escrevendo livros com a mão dos outros.

BN - Com o avanço de novos acessos à informação, como a Internet, qual será, na sua opinião, o futuro do livro?
L.L - O livro ainda terá por muito tempo o seu espaço, como é agora. Aos poucos vão passando para a Internet. Não agora porque nem todos conseguem um computador à sua disposição. No Brasil de mais de 160 milhões de pessoas, apenas 10 milhões conseguem chegar diante de um computador. O que vai chegar primeiro é o livro em CD ou DVD. E já é uma idéia do CEN-Clube dos Escritores Novos.

BN - E qual o papel da literatura no mundo de hoje?
L.L - A literatura sempre teve o seu papel importante, mas, infelizmente, na literatura, começaram a surgir os “chitãozinhos “. Assim, tem muita gente enganada e seguindo caminhos deturpados lendo verdadeiras coisas que não podemos considerar literárias. Isto,também, pode ser considerado um tipo de violência. Entretanto, quando você escreve um livro denunciando violências e o Governo toma conhecimento e nada faz é,também, uma maneira de criar uma outra violência, porque você não foi ouvido. Dou como exemplo o meu sexto livro, Vergonha de ser honesto, através do qual denunciei as violências praticadas por juízes,desembargadores, jogadores de futebol, dirigentes, vereadores contra o Brasil e nada aconteceu depois que no dia 21 de Fevereiro de 2001 levei ao conhecimento do Senado. Então,significa que a omissão do governo é para não promover um escritor.                         

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Candidaturas liberadas com contas rejeitadas


                        A CÂMARA APROVA COM OS VOTOS DE QUEM TEVE AS SUAS CONTAS REJEITADAS. CABERÁ AO ELEITOR, NAS ELEIÇÕES 2012, REJEITAR AS CONTAS. NÃO VOTE EM QUEM DEVE! 



Câmara aprova projeto que libera candidaturas de políticos com contas de eleitorais rejeitadas
A Câmara aprovou no início da noite desta terça (22) um projeto de lei que autoriza políticos com prestações de contas rejeitadas pela Justiça Eleitoral a disputar eleições. A proposta seguiu para o Senado. Se virar lei, transformará em letra morta uma resolução editada pelo TSE. Por meio dessa resolução, aprovada em 1o de março, o TSE criara uma espécie de ficha limpa contábil. Políticos com contas desaprovadas não poderiam disputar mandatos de prefeito e de vereador nas eleições municipais de 2012. Encontram-se nessa situação cerca de 21 mil políticos. 
Incluído na pauta de votações da Câmara na surdina, o projeto que vira do avesso a resolução do TSE foi aprovado por larga maioria: 294 a 14. Furou a fila do plenário graças a um pedido de urgência referendado por todos os partidos, exceto o PSOL. 

Chama-se Roberto Balestra (PP-GO) o autor da proposta. Segundo ele, o TSE extrapolou ao exigir a aprovação das contas como pré-condição para a expedição dos registros de candidaturas. 

Balestra sustenta que a Lei Eleitoral não exige dos candidatos a aprovação, mas apenas a apresentação das contas de campanhas anteriores. Por isso, decidiu deixar o texto da lei ainda mais explícito, tornando obrigatório o registro das candidaturas ainda que as contas sejam desaprovadas. 

Relator da proposta, o deputado Arthur Lira (PP-AL) emitiu parecer favorável. Aprovada assim, a toque de caixa, a proposta é aguardada com vivo interesse pelos senadores.
Extraído de: Associação do Ministério Público de Minas Gerais - 23 de Maio de 2012

quarta-feira, 23 de maio de 2012

GANHE $$$$$$$$$ MUITO, FAZENDO O QUE GOSTA !



Prezados internautas, os nossos cumprimentos.

Não oferecemos emprego. Temos para você a sua independência financeira.
Já é hora de você se valorizar.
Seja o seu próprio patrão,fazendo a sua renda mensal!

O GL-GRUPO LAFETÁ está recrutando autônomos ou quem deseja uma renda fixa para lançamento de uma Revista Esportiva diferente visando a Copa das Confederações, Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas. Sabe qual o perfil do companheiro que procuramos? Aquele que gosta de desafios, de esportes e é comunicativo. Se você preenche, se inscreva e tenha uma renda extra para sempre. O projeto da Revista CORNER está registrado para nos dar a certeza de que não haverá duplicidade de projetos.

Inicialmente, recrutamos pessoas que queiram vender:
1 - Assinatura da Revista CORNER (ganhos: 5% (cinco por cento) do valor da assinatura)
2 - Captação de anúncios a serem publicados na Revista CORNER (20% do valor pago pela empresa que anunciou)

PROMOÇÃO:

Após um período de 120(cento e vinte) dias, o  GL-Grupo Lafetá fará uma avaliação e oferecerá ao de melhor desempenho o Cargo de REPRESENTANTE na sua cidade ou no Estado passando a ganhar um percentual de 10% (dez por cento) sobre os ganhos dos vendedores de assinaturas e anúncios. Obs.: Aquele que já tiver a sua equipe vendedores formada poderá se apresentar e pular o período de 120 dias.  

IMPORTANTE:
1 - Estamos ainda recebendo o nome do interessado com endereço, cidade, estado, telefone fixo ou celular, email e declarando para qual clube torce. A primeira edição da revista será lançada dentro de 30(trinta) dias. Portanto, ainda há bastante tempo para a captação de anúncios. 

2 – Para melhor entender os percentuais que oferecemos:
     - Os valores dos anúncios ficarão entre R$ 200,00 a R$ 2.000,00(página inteira).
        Assinatura terá um valor de lançamento de R$ 93,00 (noventa e três reais).
3 -  Por uma questão de segurança já que não dispomos de local para receber muitos interessados, não informaremos o endereço no primeiro contato. 

Atenciosamente

Leví Araújo Lafetá
Diretor-Presidente do GL - Grupo Lafetá
Jornalista, Radialista,Administrador de Empresas, Bacharel em Direito e Escritor. 
Em 1985, candidato à presidência do Vasco da Gama e em 2001, convidado especial da CPI do Senado para falar sobre transferências irregulares de jogadores brasileiros para a Europa.