Recordando

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Lei da Ficha Limpa,em 2014,para todos os candidatos.

R E P A S S A N D O ...


Manifestantes lavam a rampa do Congresso um mês antes da aprovação da Lei da Ficha Limpa: pressão popular intensa



Data: 3 de janeiro de 2014 09:43
Assunto: Correio Braziliense: Lei da Ficha Limpa será aplicada pela primeira vez em eleição presidencial



Brasília - O Jornal Correio Braziliense publicou nesta quinta-feira (02) a matéria "Lei da Ficha Limpa será aplicada pela primeira vez em eleição presidencial ". 

Lei da Ficha Limpa será aplicada pela primeira vez em eleição presidencial 
Especialistas acreditam que a norma servirá como uma espécie de filtro contra candidatos com histórico questionável

A Lei da Ficha Limpa vai completar quatro anos em 2014, quando, pela primeira vez, terá plena efetividade em uma eleição geral. Cercada de polêmicas e controvérsias quando criada, a legislação representa, agora, a proibição da candidatura de políticos que tenham sido condenados por órgão colegiado em processos criminais ou por improbidade administrativa, e daqueles que renunciaram ao cargo eletivo para escapar da cassação. Juristas ouvidos pelo Correio asseguram que não haverá brecha para os chamados fichas sujas nas eleições de outubro.

Fundador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), o juiz Márlon Reis alerta que os partidos e os candidatos que tentarem driblar a norma, diferentemente de 2010, sairão frustrados das próximas eleições. Há quatro anos, dezenas de postulantes a cargos legislativos concorreram em situação sub judice, quando o registro não é concedido pela Justiça Eleitoral, mas o candidato insiste em disputar, mesmo sabendo que os votos poderão não ser contabilizados para efeito de resultado.

Em 2010, os senadores Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Jader Barbalho (PMDB-PA) e João Capiberibe (PSB-AP) foram barrados com base na Lei da Ficha Limpa. Nas urnas, os três conquistaram votos suficientes para serem eleitos, mas não foram diplomados porque os registros das respectivas candidaturas haviam sido rejeitados. Eles tomaram posse no ano seguinte, graças a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a legislação não poderia ter sido aplicada naquele pleito, uma vez que a norma foi criada menos de um ano antes da eleição. O artigo 16 da Constituição estabelece que as leis que alteram o processo eleitoral só têm validade um ano depois de sua vigência.

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MÚSICA* - Coral Perpetuum Jazzile




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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A última entrevista de Guimarães Rosa

Repassando...
                            A última entrevista de Guimarães Rosa
Uma preciosidade histórica da língua portuguesa: a entrevista realizada pelo escritor e jornalista português Arnaldo Saraiva, em 24 de novembro de 1966. Guimarães Rosa morreria menos de um ano depois de tê-la concedido
Eis o homem. O homem que em menos de 20 anos, com sua prosa, seu estilo, sua literatura — sem os favores profissionais da medicina, que pode dar saúde mas ainda não deu gênio (cf. alguns prêmios Nobel), conquistou o Brasil, Portugal, a Alemanha, a Itália, os Estados Unidos, o mundo, não?
Repara no corpo: mau grado as ligeiras ameaças de obesidade, parece atleta, cavaleiro que foi, ou de bandeirante, que da língua é. Vê como está sobriamente elegante, distinto, sorridente, calmo, aristocrata, como convém a um embaixador (ou não estivéssemos num salão do Itamarati). Mas nada da pose ou dos gestos artificiais com que outros tentam iludir a mediocridade. Quem esperou quase quarenta anos para publicar o primeiro livro, ou quem avançou sozinho pelos grandes sertões da língua, não precisa ter pressa nem pedir emprestado um corpo, uma casaca, máscaras.
Lá está o lacinho (ou gravata-borboleta, meu chapa?) simetricamente impecável, fazendo pendant com os óculos claros, tão claros que ainda esclarecem mais os olhos sempre inquiridores, atentos. E é curioso como um mineiro de Cordisburgo, a dois passos (brasileiros) da Ita­­bira de Drum­mond, gosta, ao contrário deste (à primeira vista), de falar, de con­tar, de ser ouvido. Até nisso parece grande o seu amor à língua. Mal me sentei, já ele me começou a falar de Portugal e de escritores portugueses…
Estive em Portugal três vezes. Na primeira, em 1938, passei lá apenas um dia; ia a caminho da Alemanha. Na segunda, em 1941, passei lá quinze dias, em cumprimento de uma missão diplomática que me fora confiada em Ham­­burgo. Na terceira, em 1942, passei um mês, pois estava já de regresso ao Brasil, por causa da guerra.
Durante essas estadas, travou relações ou conhecimentos com alguns escritores?
Não. Até porque eu ainda não era “escritor” (“Sagarana”, com efeito, só foi publicado em 1946) e o que me interessava mais era contatar com a gente do povo, entre a quais fiz algumas amizades. Gosto mui­to do português, sobretudo da sua integridade afetiva. O brasileiro também é gente muito boa, mas é mais superficial, é mais areia, enquanto o português é mais pedra. Eu tenho ainda uma costela portuguesa. Minha família do lado Gui­marães é de Trás-os-Montes. Em Minas o que se vê mais é a casa minhota, mas na região em que eu nasci havia uma “ilha” transmontana.
Mas não chegou a conhecer Aquilino?
Conheci Aquilino (Aquilino Ribeiro), mas acidentalmente. Eu entrei numa livraria, não sei qual, do Chiado (presumo que a Bertrand) e, quando pedi al­guns livros dele, o empregado per­guntou-me se eu queria co­nhecê-lo, pois estava ali mesmo. Respondi que sim, e desse modo obtive dois ou três autógrafos de Aquilino, com quem conversei alguns instantes. Voltei a estar com ele, mais tarde, num jantar que lhe foi oferecido enquanto de sua vinda ao Brasil. Mas ele, naturalmente, não se recordava de mim (porque eu não me apresentara como escritor), e eu também não lhe falei do assunto.
Não sabe que, justamente numa crônica motivada pela sua ida ao Brasil, Aquilino colocou o seu nome, logo em 1952, ao lado dos de José Lins do Rego, Gilberto Freyre, Graciliano Ramos, Manuel Bandeira, Jorge de Lima e Agripino Grieco, que, segundo ele, eram os “notáveis escritores e poetas” que estavam a “encostar a pena contra a lava” que ia no Brasil “sepultando prosódia e morfologia da língua-mater”? Eu creio mesmo que é essa uma das primeiras referências ao seu nome, em Portugal…
Não sabia dessa curiosa referência do Aquilino. Antes dessa, porém, há uma referência a mim numa publicação do Consulado do Porto, de 1947, feita por não sei quem. Sei de outra referência feita, anos depois, salvo erro, por um irmão de José Osório de Oliveira.
Voltando a Aquilino: acha que recebeu alguma influência dele? Já, pelo menos, um crítico, o mineiro Fábio Lucas, notou alguns “pontos de contato nada desprezáveis” entre a sua obra e a de Aquilino.
Eu gosto de Aquilino, sobretudo da “Aventura Maravilhosa”, mas não creio que dele tenha recebido alguma influência, a não ser na medida em que sou influenciado por tudo o que leio. A verdade é que antes de 1941 só conhecia de Aquilino um ou dois trechos, co­mo infelizmente ainda hoje sucede em relação à quase totalidade dos escritores portugueses vivos. E, como sabe, “Sagarana”, foi escrito em 1937.
Um garçom do Itamarati entra com um copo de água, e pergunta se precisa mais alguma coisa. Guimarães Rosa agradece e diz: Vá com Deus, como se fosse um beirão ou um transmontano. Mais uma razão, portanto, para eu prosseguir: Como encara ou explica o enorme prestígio de que goza nos meios intelectuais e universitários portugueses?
Em relação a mim, houve por aqui (no Brasil) muitos equívocos, que ainda hoje não desapareceram de todo e que, curiosamente, ao que parece, não houve em Por­tugal. Pensaram alguns que eu inventava palavras a meu bel-prazer ou que pretendia fazer simples erudição. Ora o que sucede é que eu me limitei a explorar as virtualidades da língua, tal como era falada e entendida em Minas, região que teve durante muitos anos ligação direta com Portugal, o que explica as suas tendências arcaizantes para lá do vocabulário muito concreto e reduzido. Talvez por isso que ainda hoje eu tenha verdadeira paixão pelos autores portugueses antigos. Uma das coisas que eu queria fazer era editar uma antologia de alguns deles (as antologias que existem não são feitas, como regra, segundo o gosto moderno), como Fernão Mendes Pinto, em quem ainda há tempos fui descobrir, com grande surpresa, uma palavra que uso no “Grande Sertão”: amouco. E vou dizer-lhe uma coisa que nunca disse a ninguém: o que mais me influenciou, talvez, o que me deu coragem para escrever foi a” História Trágico-Marítima” (coleção de relatos e notícias de naufrágios, acontecidos aos navegadores portugueses, reunidos por Ber­nardo Gomes de Brito e publicados em 1735). Já vê, por aqui, que as minhas “raízes” es­tão em Portugal e que, ao contrário do que possa parecer, não é grande a distância “linguística” que me se­para dos portugueses.
Eu penso até que na imediata e incondicional adesão portuguesa a Gui­marães Rosa há muito de transferência sublimada de uma frustração linguística nossa, coletiva, que vem pelo menos desde Eça. Mas não nos desviemos. Admira-me muito que não tenha citado ne­nhum livro de ca­valaria, nem ne­nhuma novela bu­cólica, pois pensava que deles e delas havia diversas ressonâncias na sua obra, sobretudo no “Gran­de Sertão: Veredas”…
Sim, li muitos livros de cavalaria quando era menino, e, por volta dos 14 anos, entusiasmei-me com Ber­nardim (Bernardim Ri­beiro), e depois até com Camilo. Ainda continuo a gostar de Ca­milo, mas quem releio permanentemente é Eça de Queiroz (quando tenho uma gripe, faz mesmo parte da convalescença ler “Os Maias”; este ano já reli quase todo “O Crime do Padre Amaro” e parte da “Ilustre Casa de Ramires”). Camilo, leio-o como quem vai visitar o avô; Eça, leio-o como quem vai visitar a amante. Quando fui a Portugal pela primeira vez, eu só queria comidas ecianas (que gostosura, aquele jantar da Quinta de Tormes). Aliás deixe-me que lhe diga que me torno muito materialista quando penso em Portugal; penso logo nos bons vinhos, nas excelentes comidas que há por lá. E talvez seja também por isso que se há um país a que eu gostaria de voltar é Portugal…
… que, naturalmente, o receberá de braços abertos, em festa. Mas permita-me ainda uma pergunta: como “enveredou” — e penso que a palavra se ajusta bem ao seu caso – pelo campo da “invenção linguística?
Quando escrevo, não pen­so na literatura: penso em capturar coisas vivas. Foi a necessidade de capturar coisas vivas, junta à minha repulsa física pelo lugar-comum (e o lugar-comum nunca se confunde com a simplicidade), que me levou à outra necessidade íntima de enriquecer e embelezar a língua, tornando-a mais plástica, mais flexível, mais viva. Daí que eu não tenha nenhum processo em relação à criação linguística: eu quero aproveitar tudo o que há de bom na língua portuguesa, seja do Brasil, seja de Portugal, de Angola ou Mo­çambique, e até de outras línguas: pela mesma razão, recorro tanto às esferas populares como às eruditas, tanto à cidade como ao campo. Se certas palavras belíssimas como “gramado”, “aloprar”, pertencem à gíria brasileira, ou como “malga”, “azinhaga”, “azenha” só correm em Por­tugal — será essa razão suficiente para que eu as não empregue, no devido contexto? Porque eu nunca substituo as palavras a esmo. Há muitas palavras que rejeito por inexpressivas, e isso é o que me leva a buscar ou a criar outras. E faço-o sem­pre com o maior respeito, e com alma. Respeito muito a língua. Escrever, para mim, é como um ato religioso. Tenho montes de cadernos com relações de palavras, de expressões. Acompanhei muitas boiadas, a cavalo, e levei sempre um ca­derninho e um lápis preso ao bolso da camisa, para anotar tudo o que de bom fosse ouvido — até o cantar de pássaros. Talvez o meu trabalho seja um pouco arbitrário, mas se pegar, pegou. A verdade é que a tarefa que me impus não pode ser só realizada por mim.
Guimarães Rosa vai buscar uma fotografia para me mostrar onde levava o caderninho de notas, nas boiadas: vai buscar uma pasta com a correspondência com um seu tradutor norte-americano, para me mostrar as dúvidas e dificuldades deste, e o trabalho, a seriedade e a minúcia com que as vai resolvendo uma por uma (escrevendo, ele próprio, preciosas autoanálises estilísticas ou considerações filológicas). E, entretanto, vai-me fazendo outras confissões interessantes. Por exemplo:  “gosto das traduções que filtram. Da tradução italiana do Cor­po de Baile gosto mais do que do original.” Ou: “Estou cheio de coisas para escrever, mas o tempo é pouco, o trabalho é lento, lambido, e a saúde também não é muita.” Ou: “Não faço vida literária: como regra, saio daqui e vou para casa, onde trabalho até tarde.” Ou: “No próximo ano, vou publicar um livro ainda sem título, com 40 estórias” (que têm aparecido quinzenalmente, no jornal dos médicos “O Pulso”, onde frequentemente aparecem também cartas ou a atacá-lo ou a defendê-lo ferozmente). Ou ainda: “eu não gosto de dar, nem dou entrevistas. Tenho sempre a sensação de que não disse o que queria dizer, ou que disse mal o que disse, ou que criei maior confusão; e não estou assim tão seguro do que procuro e do que quero. Com você abri uma exceção…”.
Nota: Entrevista realizada pelo escritor e jornalista Arnaldo Saraiva, em 24 de novembro de 1966. Publicada no livro “Conversas com Escritores Brasileiros”, editora ECL em parceria com o Congresso Portugal-Brasil.

Não tente fazer o mesmo...


 Pode clicar e assistir,mas não tente fazer o mesmo.


  

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Coração de Jesus-MG volta a receber ajuda do governo federal.



 
A Administração "Respeito e Dignidade" do município de Coração de Jesus - MG,depois de estar impedida de receber ajuda do Governo Federal por inadimplência de administrações anteriores,
volta com a carga toda e recebe resposta positiva nos seus pedidos.

Os dados dos convênios aqui relacionados foram extraídos do SIAFI, no dia 30/12/2013. Caso deseje saber o total liberado, consulte o detalhamento do convênio no Portal da Transparência

Os convênios do município de CORACAO DE JESUS/MG que receberam seu último repasse no período de 16/12/2013 a 30/12/2013 estão relacionados abaixo:

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Número Convênio: 672394
Objeto: RECONSTRUçãO DE PONTES, UNIDADES HABITACIONAIS,RECUPERAçãO DE PAVIMENTAçãO ASFáLTICA.
Órgão Superior: MINISTERIO DA INTEGRACAO NACIONAL
Convenente: MUNICIPIO DE CORACAO DE JESUS
Valor Total: R$ 250.000,00
Data da Última Liberação: 17/12/2013
Valor da Última Liberação: R$ 124.754,23

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Consulte periodicamente o Portal da Transparência (www.portaldatransparencia.gov.br) para acompanhar outros repasses de recursos federais a seu município.

OBSERVAÇÕES:

1) A CGU não envia e-mails sem a permissão do cidadão e nem autoriza terceiros a fazê-lo em seu nome. A CGU NÃO SOLICITA DADOS BANCÁRIOS OU PESSOAIS dos cidadãos para acesso a informações sobre recursos públicos.

2) E-mail enviado automaticamente. Favor não responder. As mensagens enviadas a este e-mail não serão respondidas.

3) Este e-mail não substitui a notificação prevista na Lei nº 9.452, de 20 de março de 1997.

PROCEDIMENTO PARA CANCELAR O CADASTRO NO PORTAL DA TRANSPARÊNCIA:

Caso não deseje mais receber as informações de repasses em convênios para este município, execute as instruções a seguir:

IMPORTANTE: como os e-mails fraudulentos ("phishing") frequentemente usam links enganosos, recomendamos que você não clique em links no e-mail, mas copie-os e cole-os no navegador.




terça-feira, 31 de dezembro de 2013

SIGNOS: orientação para 2014


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Carneiro

Quer subir de cargo, mudar de emprego ou encontrar um trabalho que lhe traga realização?

Seja lá qual for o seu sonho, saiba que receberá todo estímulo de Júpiter.

Em Janeiro, mostre que tem determinação de sobra para batalhar pelo que quer.

Entre 2 de Fevereiro e 4 de Março, estará o período que você estará com tudo para atingir suas metas.



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Touro
Por trás do seu aparente sossego, há uma pessoa activa, centrada, que gosta de se sentir útil e valorizada profissionalmente.
Mas, no ano novo, mesmo que tenha desempenho digno de aplausos, o seu signo deverá estar preparado para altos e baixos.
Transformações estão previstas, exigindo um grau elevado de esforço para se adaptar, vencer obstáculos e ir atrás do que ambiciona.





Touro


Prudência é a palavra que você deverá adotar até 25 de Julho, assim, tenha cuidado com picos de ansiedade e excessos que possam ser prejudiciais ao seu organismo.

Você é a tranquilidade em pessoa, mas pode ficar a mercê de inquietações, perder a paciencia além do normal e se stressar a toa.  

Procure relaxamento em atividades que ajude a acalmar e espairecer.




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Gémeos

Em 2014, você terá ótimas perspectivas de crescimento graças aos atributos do seu signo, como compartilhar ideias com desenvoltura e a criatividade.
Não pense duas vezes para expandir os seus contatos, trocar experiências com colegas, oferecer sugestões aos chefes e investir sua energia em trabalhos em equipe.




 

Carneiro


Vitalidade é algo que o seu signo esbanja e não será diferente em 2014.
Poderá se valer da invejável disposição física e mental e contará com um optimismo poderoso, capaz de bloquear pensamentos negativos.
O problema é que Júpiter vai trazer uma forte inclinação à indisciplina, tendência que deverá vigiar neste ano se quiser preservar o seu bem-estar.
Em Fevereiro, Junho e Outubro, combata a ansiedade, pois funções digestivas, estômago, sistema nervoso e respiratório poderão ficar mais sensíveis.



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Caranguejo


Se você tem expectativas em relação ao seu trabalho, acertou na mosca.
Os seus compromissos, anseios e interesses serão privilegiados pelo regente do ano.
A sua fé e disposição para ir atrás do que ambiciona vão crescer e não faltarão estímulos para consolidar as suas aspirações.
Se estiver procurando emprego no início do ano, pode vir a ter sorte.




 
Peixes
Em alguns momentos você contará com uma energia invejável.
Em outras alturas, poderá enfrentar quedas de resistência.
Tente não se envolver demais com os problemas dos outros e invista naquilo que favoreça o seu bem-estar.


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Leão
Sentirá confiante para agir e esbanjará disposição para perseguir as suas ambições.
Nos primeiros meses, terá óptimas oportunidades de se destacar, mostrar a sua competência e alcançar conquistas importantes, que podem ser passaportes para a sua consagração profissional.







Aquário
Tudo indica que se irá  voltar mais para o seu bem-estar.
Saberá instintivamente o que precisa ser valorizados nos seus hábitos diários.
A sua saúde não só estará protegida, como você também terá condições de superar incómodos dos quais nunca conseguiu se livrar.


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Virgem
Você poderá se dar muito bem em investidas profissionais naqueles propósitos que sempre desejou.
O segredo será equacionar todos os compromissos e não permitir que um se sobreponha.
No primeiro semestre, tente retomar aqueles projectos antigos e se aproximar de ideias que sempre considerou fora do seu alcance.







segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

ANDERSON perde outra briga de rua.

Anderson Silva vê o final de sua carreira de brigão de rua. 


Depois de ser massacrado há seis meses, o Anderson Silva (39 anos) entrou no octógono e perdeu mais uma luta. No início do segundo assalto bateu com a canela no joelho do adversário e fratura na tíbia. Ora, como já falamos aqui neste blog, esporte é saúde e não massacre. E se não acontece o acidente, o Anderson Silva ia levar uma surra que ficaria na história. Por incrível que pareça, mas o acidente veio ajudar a imagem do brigão de rua para que ele saia de fininho e dê continuidade a sua profissão de garoto propaganda.  Impossível acreditar que pessoas acreditem em briga de rua e apostam fortunas. A Rede Globo de Televisão, menos de 24 horas do acontecido, para perder a audiência, anunciou que o Belfort será o próximo desafiante do americano Chris Weidman. E como se diz na gíria: " precisamos manter a audiência e o Anderson é passado. 
O que não se entende neste nosso Brasil são os políticos proibindo briga de galos, canários etc. e permitem que um ser humano seja massacrado como seria o Anderson Silva. O primeiro assalto fez dó ao ver o americano Chris Weidman massacrando o rosto do brasileiro que foi salvo pelo gongo. Como entender ser a briga de rua esporte? Todos nós sabemos que praticar esporte é ajudar a ser fortalecer física e psicologicamente. Não é isso que vemos nas madrugadas da Rede Globo.
Não é possível preparar todo um palco chamado octógono que nas brigas de galos chamamos de rinha. Será que a Globo não se interessa pelas brigas de galos no fundo quintal! Sim, os humanos, se é que os brigões podemos chamá-los assim, sabem quando e onde brigam para faturarem milhões de dólares às custas de pessoas que se tornam até torcedores por mais sangue que podem ocasionar sequelas para o resto da vida. 
Portanto, quando no fundo do seu quintal os galos estiverem brigando chamam a Rede Globo para uma transmissão. Uai, não sabem porquê? Os que se dizem humanos gostam de ver os irracionais se digladiando.

Plim!Plim! Não percam nas madrugadas de sábado.