Jornalista LEVÍ LAFETÁ,de Coração de Jesus-MG,estudou no Cel.Ribeiro,aos 14 anos,foi morar no Rio/RJ, lá,estudou no Colégio Pedro II, Direito - UFF- e SUAM - Sociedade Universitária Augusto Mota. Em 1985,candidatou-se à Presidência do Vasco da Gama.Em 2001,participou da CPI do Senado. Como disse o Senador Alvaro Dias: mudanças positivas aconteceram. Residiu em Fortaleza,Florianópolis e Vila Nova de Gaia-PT.Retornou ao Brasil, em 2006.Lançou seis livros.Whatsapp 38 991492851
Recordando
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Uma verdade mais do que verdadeira.
APRENDA A CHAMAR A POLÍCIA!
Eu tenho o sono muito leve e, numa noite dessas, notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.
Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.
Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado.
Mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,espiando tranqüilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram- me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não sabia e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
5 minutos depois liguei de novo e disse com a voz calma:
- Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal, estou retornando apenas para cancelar a viatura, já resolvi o problema. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações, o tiro fez um estrago danado no cara, também lancei uma granada no quintal, para ter certeza que não havia mais ninguém, a explosão arrancou as pernas e um braço do ladrão e ele esta agonizando no quintal agora. Só queria agradecer a atenção.
Passados menos de três minutos, estavam na rua 5 carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos da OAB-Ordem dos Advogados do Brasil, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Ao chegarem, prenderam o ladrão em flagrante roubando o meu carro na garagem, e todos estavam surpresos por não ter encontrado uma cena de tragédia.
Um tenente se aproximou de mim e disse:
- Fui informado que havia matado o ladrão.
Eu respondi:
- Fui informado que não havia nenhuma viatura disponível.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário