Recordando

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Afinal, quem tem medo de Leví Lafetá?

Veja nos vídeos : 1) Se for verdade o que vídeo denuncia,então é o fim de tudo e
                            2) Deputado Denuncia Fraude nas Urnas Eletrônicas

Os vídeos mostram provas de que a urna eletrônica não é confiável. O seu voto pode ter sido desviado para outro candidato. Veja,realmente,sensacional. Eu posso ter sido uma das vítimas em 2008 e 2010. Afinal, infelizmente a minha santa terrinha Coração de Jesus-MG é a detentora do péssimo titulo de ser o primeiro município a ter um ex-prefeito condenado a usar tornozeleira eletrônica. 




Em Coração de Jesus-MG, considerada uma das cinco cidades mais corruptas de Minas Gerais,conforme matéria do Jornal O ESTADO DE MINAS,em 2012, fui candidato a Vereador. Na primeira mostragem da contagem de votos eu estava com 36 votos e ao final da contagem eu continuava com 36 votos. Fui ao Cartório eleitoral reclamar e a resposta foi esta: " Não há nova contagem de votos,por ser urna eletrônica". 

Em 2008, quando candidato a Prefeito pelo PT, com 21.000 eleitores,visitei mais de 3.500 famílias - que corresponde a mais de 10.000 pessoas, e obtive 244 votos. Dois candidatos concorrentes - que não residem no município - foram requeridas as suas IMPUGNAÇÕES.O Mercio Coelho - PTB 14 nunca morou no município e debochou na contestação apresentando a carteira profissional de trabalho de sua esposa quando ainda namoravam e o outro Ronaldo Mota Dias não contestou a Ação. Os dois continuaram na disputa. O Ronaldo ficou em segundo lugar e o outro em terceiro.
Levei ao conhecimento do  TRE- Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, em 2009,e não obtive resposta até hoje dia 24 de setembro de 2013.
Na primeira candidatura, eu havia chegado recentemente de u, centro mais adiantado e estava quebrando uma sequencia de mesmos candidatos para mais de 22 anos. Eram sempre os de fora que se candidatavam: Toninho Cordeiro ( o primeiro prefeito a usar tornozeleira eletrônica), Mercio Coelho ( legítimo representante do famoso Deputado Arlen de Paula Santiago Filho) e Ronaldo Mota Dias ( que se declarou profissional em politica).
Ao assistir este vídeo não acredito que eu continue sendo perseguido politicamente.Afinal, uma hilariante Ação de Reintegração de Posse, criada com documentos e autor falsos, para me tomar a força o meu imóvel não sai da mesa da Juíza há mais de 40 meses. Será que todos os Juízes que funcionaram no processo foram pressionados por aqueles que não querem se curvar diante das verdades que escrevo e exijo Justiça!  
                     Deputado Denuncia Fraude nas Urnas Eletrônicas 

   Em Minas Gerais, o cidadão não tem o direito de resposta. Leia a petição que foi protocolada por mim em Belo Horizonte com uma farta documentação. Existe perseguição política. Esta é somente uma das dezenas que já publiquei neste blog.




segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Para não achar que eu inventei.

Nem sempre as Prefeituras procuram pessoas capacitadas para assumirem secretarias importantes.A política em primeiro lugar. Uma da maior importância é a Secretaria de Cultura. Não pode,nem de longe, pensar em nomear pessoas que nem sabem o que significa a definição de cultura. Então, para não dizer que estou pegando no pé de alguém que assumiu importante secretaria, recorri a colega Jornalista e eis o que ela escreveu:

A cultura e a formação do ser humano: sobre o acesso à cultura

Por Marcia Tiburi


O conceito de cultura está intimamente ligado ao conceito de formação. Precisamos prestar atenção nesta relação para entendermos o estado da questão nos dias de hoje quando certa crise da cultura relaciona-se à educação no contexto da crise geral da sociedade. O que a sociedade tem a ver com a cultura?  O que a cultura pode fazer pela formação dos indivíduos para além da educação? Entre a inclusão e a exclusão de indivíduos e grupos ao poder, pois é de poder que se trata quando se fala de cultura, a sociedade de um modo geral enfrenta-se com o desejo da democracia que nada mais é do que a partilha das ideias e das práticas no contexto de sua diversidade. Vivemos a experiência de uma sociedade afundada em diversas perspectivas, desejos, posicionamentos e, sobretudo, jogos de força. Em meio a isso tudo, a democracia é um desejo e um ideal pelo qual devemos lutar, pois não está pronta como demonstra a inacessibilidade da cultura.

O que é culturaEm primeiro lugar, devemos ter em mente que “cultura” é um conceito usado genericamente para falar da totalidade dos valores e das práticas humanas. Neste sentido, cultura é tudo o que é produzido pelo ser humano enquanto não é próprio da natureza. Em um segundo sentido, costumamos chamar de cultura um tipo de recorte para definir práticas relacionadas às artes e às chamadas ciências humanas voltadas à pesquisa de cunho antropológico e social. Distinguem-se das ciências duras voltadas para a pesquisa sobre a natureza.
Esta oposição é decisiva na compreensão da cultura na atualidade. As ciências exatas ou naturais, ciências vistas como “duras” em função de seu respaldo no método empírico, são também aquelas que se relacionam historicamente com a noção de progresso. Progresso, por sua vez, é algo que faz parte da ideologia do mercado. O produto do progresso nunca foi a arte, mas a tecnologia que não se faz ver em espetáculos teatrais ou livros de arte, mas em medicamentos, eletrodomésticos, carros. Tais produtos são hipervalorizados e lucrativos. Por oposição a eles é que passamos a chamar de produtos culturais determinados artefatos que acabam por carregar a marca de algo inútil porque contrário ao progresso, ao mercado e ao lucro.
Os produtos da cultura em seu sentido estrito são desvalorizados pelo mercado. Mas que sejam desvalorizados pela sociedade como um todo é um problema sério. Muitos artistas e produtores culturais tentam mudar isso e muitos conseguem transformando arte em objeto industrializado para atingir o maior número possível de pessoas, ou produzindo objetos – músicas, espetáculos, filmes – para o puro entretenimento. Aí é que aparece a indústria da cultura que não tem necessariamente a ver com obras de arte. Ou seja, pode-se produzir um disco inteiro apenas para fazer sucesso no mercado, desconsiderando qualquer daqueles valores como sensibilidade e rigor estético que fazem parte da história da arte. Isso pode escandalizar alguns, mas para aqueles que pensam em termos de mercado não há nada demais.
De que acesso estamos falando?
A questão do acesso precisa ser pensada a partir daí. Todos nós temos acesso aos produtos industrializados da cultura e que são escoados pelo mercado, seja pela televisão aberta ou pelos shows em estádios lotados com músicos competentes em entreter massas inconscientes. No entanto, a maior parte da população nem fica sabendo o que existe em termos de produtos – ou obras de arte – para além daquilo que é oferecido no contexto do mercado. Não é errado pensar que o avanço da indústria impede o avanço da arte, pois a indústria aliada ao mercado, aliada à propaganda, sempre coopta adeptos, avança nos espaços, não deixando lugar para outras expressões. A indústria também comanda os interesses, produzindo-os pela propaganda.

Raramente se vê nos meios de comunicação a propaganda espontânea de uma exposição de arte, de cinema, de um espetáculo de dança que escape do que pode render lucro. Há, é claro, exceções que confirmam a regra. Mesmo o patrocínio por meio de leis de incentivo é orientado a produtos da indústria da cultura muito mais do que a produtos propriamente artísticos. A cultura está reduzida ao que o mercado determina quando escoa produtos industrializados. Fazer cultura seria, neste caso, resistir diante do mercado, e poder intervir no desejo das massas. Mas há desejo fora do mercado nos dias de hoje?
Podemos responsabilizar a educação e até mesmo a família como tantos fazem. Podemos dizer que o desinteresse das massas é promovido pelos meios de comunicação. Estamos diante do velho dilema de quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha. O problema da educação, da família, dos meios de comunicação, é o problema geral da sociedade – sociedade civil, governo, esfera privada e pública – que não se importa com a formação de seus cidadãos porque ela não dá lucro. Curiosamente, a educação que dá lucro, aquela das escolas privadas, vai muito bem no Brasil. O acesso aos bens em geral, inclusive os culturais, dos que tem poder econômico não é um problema real.
O problema da cultura é também “cultural”
O problema do acesso à cultura é ele mesmo um problema cultural. E não deixa de ser até mesmo um problema estético, ou seja, de gosto, de relação sensível com as obras de arte e os produtos culturais. Mas aqui ele se mostra também em seu caráter de problema ético. No Brasil poderia haver certa inconsciência sobre o que estamos fazendo de nós mesmos se não estivéssemos mergulhados em um profundo jogo de poder em que está sempre vencendo o mercado. O problema do mercado não é outro do que a unificação dos seres humanos, impedidos de outras experiências estéticas capazes de promover a formação para além da estupidificação, da imbecilização que o modo de ver o mundo de um só ponto de vista produz.

As palavras que usei são fortes e até mesmo feias, mas devem ser usadas como um balde de água fria que, incomodando, nos acorda.
 Contra o descaso da política institucional e da sociedade como um todo, cabe a labuta diária de artistas e produtores, professores, jornalistas e cidadãos que não pensam que a hegemonia do pensamento, da ação e da experiência estética seja um bom futuro para uma sociedade que deseja ser verdadeiramente democrática.
Marcia Tiburi é  graduada em filosofia e artes e mestre e doutora em filosofia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Publicou as antologias As Mulheres e a Filosofia (Editora Unisinos, 2002),  O Corpo Torturado (Ed. Escritos, 2004), e Mulheres, Filosofia ou Coisas do Gênero (Edunisc). Em 2008 publicou Filosofia em Comum – para ler junto (Record).É professora do programa de pós-graduação em Arte, Educação e História da Cultura da Universidade Mackenzie, colunista da Revista Cult e participante do programa Saia Justa, do canal GNT.


Crédito foto: Acervo CPFL

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

No norte de Minas Gerais,as Leis foram passear.


Que em Minas Gerais é perda de tempo atender ao chamamento para você apresentar a sua petição de correição? Veja,meu caro leitor,a data desta correição e até a presente data ninguém foi punido. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais transferiu a Doutora Juíza Dra, Pollyanna Lima Neves para que ela não tomasse nenhuma providência diante das denuncias apontadas na petição cheia de verdades como esta a seguir. 















A capenga Justiça mineira.


A Justiça mineira não aplica as Leis e nem respeita o Estatuto do Idoso. 
Só mesmo no Estado de Minas Gerais para acreditar que uma Titular de Cartório de Registro de Imóveis entregue a certidão abaixo ao seu marido Antonio José Leal Junior e primo para propositura de uma Ação de Reintegração de Posse. Mais até tudo bem.Do que se trata é de uma certidão falsa porque a escritura foi anulada em 1964. Depois de anulada, o proprietário vendeu duas partes desmembradas do imóvel e no dia 10 de junho de 2010 a Senhora Nair Maria Rezende Prates Leal  expediu  para ajudar os seus queridinhos. Hoje, completam 39 meses que a ação está em cima da mesa da Juíza para julgamento. E para completar o autor da ação não existe desde 2008, conforme certidão da Receita Federal. 
Todos as denuncias já foram feitas e a Justiça continua abraçando a ilegalidade em favor de coronéis do norte de Minas Gerais. E a OAB - Ordem dos Advogados do Brasil aplaude o patrono da ação Wendell Almeida Prates que é useiro e vizeiro em usar documentos falsos em ações.A Corregedoria de Polícia Civil e o MP - Ministério Publico que lhes dá toda a proteção para não ser condenado.   








terça-feira, 17 de setembro de 2013

Perseguição na criação de Academia de Letras.

Nada impede a criação de uma academia de Letras,tendo escritores de livros aprovados pela Biblioteca Nacional. 
Mas não tem nenhuma ligação com as funções de um Secretario de Cultura de Estado ou de Município.
Mania de escrever não tem nada haver com ser escritor de livros.
Academia de Letras não tem nenhuma ligação com a cultura do país.
 Ela não pode e não deve ser ligada à Secretaria de Cultura
 que deverá sim criar concursos literários para que surjam novos escritores. 



Lamento muito,mas não gostaria de escrever esta página já que conheço corjesuenses que lutam dentro da literatura para conseguirem um espaço. Mas, impossível não responder aos meus eternos perseguidores.Chegam ao ridículo de pensarem que irei me incomodar em não fazer parte de um grupo que deram o nome de Academia. Aproveito para mostrar que deviam primeiro pesquisar para depois tentarem,somente tentarem continuar uma perseguição que nunca obterão êxito.
 Para a criação de uma Academia de Letras, há necessidade de que os integrantes façam prova de que os seus livros são de sua autoria. Não basta escrever um livro, pagar uma gráfica e jogar no mercado para ser considerado Escritor. A Biblioteca Nacional,situada na avenida Rio Branco na cidade do Rio de Janeiro certificará se é plágio ou não. Plágio o nome usado para dizer se alguém copiou de alguém
Até a presente data,desconheço que outro escritor corjesuense tenha registrado as suas obras na Biblioteca Nacional. Eu sempre registrei.Portanto,os direitos autorais são meus e não há perigo de ser acusado de plágio. 


O Secretário de Cultura, ignorando que Academia nada tem nada haver com a sua Secretaria insiste com o Prefeito na criação de uma Academia, deixando de lado a minha história literária. O curioso é que a sua loja de venda de camisas fica ao lado da Rua Beco,30 que foi um reconhecimento dos Corjesuense ao meu trabalho. 




Quando não existia a facilidade da internet, o meu quarto livro
 BECO,30 foi divulgado em todo o Brasil.Coração de Jesus nas páginas brancas da imprensa.

Em uma entrevista de Deborah Stajnberg,concedida à colega jornalista  Maria Helena Esteban, ela nos ensina advertindo sobre direitos autorais. Vamos a alguns trechos da entrevista que afasta totalmente a possibilidade de criação de Academia de Letras no município de Coração de Jesus-MG porque a maioria dos escritores não cumpre o que vai a seguir.

Em linhas gerais, o que todo autor deveria saber – ou nunca se esquecer – em relação à proteção de sua obra?Embora a lei não determine obrigatoriamente o registro, é muito mais fácil a defesa dos direitos de autor se a obra estiver registrada. O autor deve ter muito cuidado ao apresentar essa obra, até para possíveis patrocinadores. Antes, ele deve registrar na Biblioteca Nacional. Porque o que acontece, às vezes, é de uma pessoa ficar interessada pelo projeto, ter uma ideia do que aquele autor escreveu e depois montar com outra equipe.
Qual é a melhor forma de proteger material escrito, como textos em geral, peças teatrais e roteiros?Registrando na Biblioteca Nacional.

O registro de uma obra na Biblioteca Nacional não é obrigatório para seu uso ou publicação. Sendo facultativo, quais as vantagens deste registro?A vantagem é que no caso de conflito ou dúvida sobre a autoria da obra, o registro facilita muito a defesa.
Quando a obra não é registrada na Biblioteca Nacional, quais cuidados o autor deve ter?Deve fazer um termo de responsabilidade para ser assinado por todos os que vierem a ter acesso àquela obra.
Até que ponto podemos classificar uma obra como similar a outra? O que caracteriza o plágio?Isso é da maior subjetividade, pois fora do contexto é impossível sabermos se houve plágio ou não. O ideal é um perito fazer tal aferição.
Qual impacto teve a internet para a questão do direito autoral?As pessoas passaram a ter acesso a todo um conteúdo que antes não tinham, porém ainda não há consciência plena de que o autor tem que se retribuído.

Gostaria de fazer considerações finais?Que os autores procurem sempre se informar com especialistas antes de firmarem qualquer documento, pois o que vemos são contratos ou termos mal redigidos porque o autor deu para um parente ou um amigo “dar uma olhada”. Se não puder procurar um advogado especializado, procure as entidades, procure a SBAT, o ECAD , a AUTIVIS , que é dos artistas visuais... Procure a sua entidade ou a Biblioteca Nacional. Hoje em dia, com a internet, você descobre tudo. Você não pode ter desleixo com a sua obra. A sua obra é sua obra, você tem cuidar com o maior cuidado, o maior carinho. A sua obra é o que vai ficar. Você vai embora, mas sua obra vai ficar. Eu sempre digo isso para os clientes do escritório: você, nós todos vamos embora, mas a obra vai ficar.

Deborah Stajnberg é doutoranda, Mestre em Direito Empresarial e pós-graduada em gerência da indústria do entretenimento. Advogada de diversos artistas e produtores, bem como assessora de casas de espetáculos e empresas de produção artística. Professora de diversos cursos de pós-graduação relacionados à cultura e entretenimento, tendo publicado nacional e internacionalmente diversos artigos sobre o tema.
Confira a entrevista completa: 
http://www.casadoautorbrasileiro.com.br/direito-autoral/sobre-direito-autoral


II - O ACADÊMICO FILGUEIRAS LIMA, da Academia de Letras do Estado do Ceará, em seu discurso de 15 de agosto de 1951, definiu com maestria o que é uma Academia de Letras.

Veja parte do discurso:
Função Social e Política das Academias
"Não devem ser as academias igrejinhas de maior âmbito em que o espírito de coterie possa manifestar-se mais ampla e desenvoltamente. O seu objetivo não é o mutuo turibular do incenso da lisonja: não é o reciprocar permanente de elogios bajulatórios, nem a permuta oficial de láureas e títulos honoríficos. Reduzidas a essa função de instrumento de vaidade pessoal e da fatuidade humana, transformar-se-iam, por certo, num entrave ao progresso das letras que essencialmente, lhes compete incrementar, ampliar, desenvolver e dirigir. Academia que não é foco de cultura, que não acende ideais de elevação mental na alma de um povo ou de uma nação, que não aprimora e opulenta os recursos da língua nacional, assegurando-lhe o resguardo e patrocínio das formas e modos expressionais de maior beleza e pureza idiomática - é academia que não tem consciência de si mesma, do seu papel, da sua função, da sua autoridade, do seu ministério, da sua força. Se não exerce influência na difusão das letras e na formação da sensibilidade estética do povo em geral, deixa de representar um órgão de vital importância no desenvolvimento histórico e cultural do país. 
Academias como grêmios literários, para o só e monótono declamar de versos e discursos, vazios de conteúdo humano e social, desligados da realidade viva da época e do meio, nada constroem, nada significam, nada deixam: são anarcronismos incompatíveis com as necessidades e problemas culturais do nosso tempo."
              
III - A diferença crucial entre escrever livros e ser escritor.
Esta entrevista com o escritor português José Jorge Letria me fez pensar sobre uma pergunta crucial que todos que escrevem histórias de ficção devem se fazer:

Você quer escrever livros ou você quer ser escritor?

Sim, existe uma diferença entre um desejo e outro.
Se você quer escrever livros, você deseja ser um autor.
Você acredita que tem ideias interessantes, que podem resultar em boas histórias. Você acredita que algumas dessas histórias tem o potencial de despertar o interesse de um público grande o suficiente para atrair o interesse de uma editora. Sua maior meta é desenvolver a habilidade de manter o leitor interessado na sua história, da primeira linha até o último ponto final. Palavras são ferramentas para transmitir suas ideias e pensamentos.
Se você quer ser escritor, você deseja ser um pensador.
Você acredita que tem uma visão única sobre o mundo, que pode resultar em histórias que vão tocar a vida de outras pessoas. Você acredita que algumas dessas histórias têm o potencial de despertar mudanças reais na forma como outros veem o mundo. Sua maior meta é desenvolver a habilidade de fazer o leitor sentir na pele o drama dos seus personagens, da primeira linha até o último ponto final. Palavras são aliadas nos seus incansáveis esforços de dar sentido ao mundo e às suas experiências.
 Se você decidir que quer ser escritor, abaixo estão 4 das dicas mais importantes que o José Jorge Letria dá nesse vídeo:
1. “Ser escritor é [...] um trabalho rigoroso e exigente. E que ninguém se convença que só por ter jeito ou habilidade consegue tornar-se escritor.”
2. “Raro é o dia em que eu não escreva. Com disciplina, com dedicação e com exigência. Só assim um autor pode conquistar o seu lugar e assumir-se também como um profissional daquilo que faz.”
3. “Escritor, como um músico, um pintor, como um coreógrafo [...] precisa de ter uma enorme dedicação, uma grande capacidade de entrega àquilo que escolheu para ser o seu trabalho.”
4. “Se quiserem ser escritores, escolham esse caminho sem hesitação, mas sempre com a convicção de que é preciso trabalhar muito para se merecer esse título.”
.E você, quer escrever livros ou ser escritor?
Assista a entrevista no vídeo abaixo
http://ficcao.emtopicos.com/2012/03/escrever-livro-ser-escritor/


Não devemos usar para confundir "eu gosto de escrever" querendo dizer " eu sou escritor".

Escrever para mim é isto. É tentar ter a cabeça e o coração sempre ligados, numa espécie de comunicação da alma com o corpo. Escrever é dizer e fazer o que nos apetece e depois termos que confessar ao papel os nossos actos. Escrever é dos actos mais naturais e também mais hostis que eu conheço. Escrever comporta hostilidade porque existe um tanto de sofrimento quando se escreve, uma frase que é dita e que nos é dolorosa, uma palavra que nos desperta o enxame que tínhamos guardado religiosamente nas profundezas do nosso Ser. Depois de escrevermos o Mundo não fica o mesmo: primeiro sou eu que me modifico porque não sou eu mesmo… Quando Escrevo. Um livro, uma frase, uma palavra têm a magnífica capacidade de mudar o Mundo através da mudança de ideias.
 Escrever traz consigo, também, algo de companheirismo de modo que parece que temos que “prestar contas” com um Ser que se desconhece mas que nos controla à distância. Sendo assim, escrever é portanto um acto de escravidão: é uma questão de termos nascido para Escrever ou não, quase uma coisa de invalidez pelo nascimento e depois pronto durante toda a vida saem umas coisas às quais convencionalmente chamamos como “Escrita”, umas coisas que estupidamente e todos vaidosos mostramos aos amigos e eles dizem que não tem fundamento nenhum. Escrever é aquilo que faço agora a uma velocidade estrondosa e alucinante cujo bater das teclas me embala ao longo do teclado e sinto o coração irado e com vontade de estoirar! Escrever é dizer que sou capaz de mudar o Mundo porque quando se escrever, o Sonho materializa-se! Sou escritor e nunca escrevi nenhum livro. Sou escritor e sempre vivi neste meu recanto, com 22 anos feitos, um curso para terminar e com um trabalho que sempre me dá para ir comprando timidamente uns livros, acto que me incita a tentar esboçar alguns tiques de intelectual. Mas, ainda assim, tenho a ilusão mais infantil de me considerar como escritor, convencido que estou de que cada um de nós transporta consigo um ente semi-escondido de Escritor. E Escrever, meus caros, está muito longe de escrever livros ou de ser autor de um best-seller: os grandes escritores são antes de tudo aqueles que sempre foram fiéis aos momentos mais íntimos de partilha dos seus sentimentos entre duas pessoas: o Próprio e esse Ser que se desconhece mas que nos controla à distância.
publicado por Simao_psi às 23:11



segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Uma verdade mais do que verdadeira.


                               APRENDA A CHAMAR A POLÍCIA!

Eu tenho o sono muito leve e, numa noite dessas, notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa.
Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro.
Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado.
Mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,espiando tranqüilamente.
Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram- me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa.
Esclareci que não sabia e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível.
5 minutos depois liguei de novo e disse com a voz calma:

- Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal, estou retornando apenas para cancelar a viatura, já resolvi o problema. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações, o tiro fez um estrago danado no cara, também lancei uma granada no quintal, para ter certeza que não havia mais ninguém, a explosão arrancou as pernas e um braço do ladrão e ele esta agonizando no quintal agora. Só queria agradecer a atenção.

Passados menos de três minutos, estavam na rua 5 carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate, uma equipe de TV e a turma dos direitos humanos da OAB-Ordem dos Advogados do Brasil, que não perderiam isso por nada neste mundo.
Ao chegarem, prenderam o ladrão em flagrante roubando o meu carro na garagem, e todos estavam surpresos por não ter encontrado uma cena de tragédia.
Um tenente se aproximou de mim e disse:
- Fui informado que havia matado o ladrão.

Eu respondi:
- Fui informado que não havia nenhuma viatura disponível.

domingo, 15 de setembro de 2013

"...Vergonha de Ser honesto.Terra Sem Lei.


Rui Barbosa nasceu na Bahia. O saudoso escritor visitou Coração de Jesus-MG e se inspirou para escrever esta verdade que paira até nos dias de hoje nesta "TERRA SEM LEI". A verdade é que o saudoso baiano nunca mais voltou ao município. Pouco adianta estas vindas de Polícia Federal, CGU - Controladoria Geral da União, Correições Judiciais, Corregedoria de Polícia Civil, TCU-Tribunal de Contas da União, etc. se a cada minuto a política pari um corrupto. O que mais se vê são fetos politiqueiros sendo ressuscitados. Ou mesmo, de cujus na política deixando herdeiros de maldades contra o nosso povo sofredor sem defensoria pública para requerer os seus direitos que estão massacrados por uma minoria que comemora todos os dias a cegueira da Justiça. Uma terra que de três em três meses,forças ocultas, não deixam Juízes e Promotores honestos trabalharem para por fim as ilegalidades e as imoralidades de atos hostis aos indefesos.