Recordando

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

CHUTEIRAS DE VÁRIOS MODELOS E ANOS.

                            O futebol tem tido um crescimento assustador. As chuteiras eram pesadas e provocaram calos nos pés dos jogadores. Os anos foram passando e o futebol ficou mais rico. Hoje os astros da bola entram em campo calçados com verdadeiras sapatilhas de tão leve que são as chuteiras.

Administração pública : buracos e mais buracos.

Rua Comendador Lafetá,ontem e hoje, no buraco está pedra de tapiocanga,
                                

               Obras paliativas não resolvem.As chuvas mostram a verdade abrindo verdadeiras lacunas no asfalto. Os governantes mudam e os métodos de engôdos são os mesmos.Esta foto foi tirada no ano de 2006 na administração do Prefeito Ronaldo Mota Dias. Muitas criticas de pretensos candidatos à cadeira de Prefeito e daqueles candidatos a Vereadores que queriam fiscalizar o uso de verbas públicas.O que se vê no Município de Coração de Jesus-MG é igual em muitos outros municípios espalhados pelo Brasil onde as Câmaras de Vereadores não cumprem com a obrigação de cobrar do Prefeito mais conforto para os moradores. Não se afirma que todas as Câmaras são iguais. Pelo contrário,existe um minoria, como o da Município de Campinas-SP, que acaba de colocar na rua o segundo Prefeito em menos de quatro meses. As próximas eleições estão chegando e eis o momento do povo tomar conhecimento dos direitos que adquirem quando vão às urnas. O que está fazendo o Vereador que você elegeu?

POLITICAGEM INTERNACIONAL

Ruas esburacadas em Portugal

Abrem-se os espaços nos jornais, emissoras de rádio e televisão apontando os erros dos administradores públicos. A conclusão que chegamos : a politicagem é uma doença incurável e transmissível que espalhou pelo mundo. Da politicagem surgem os corruptos que procuram usar as verbas oficiais para realizarem obras que são descartáveis e necessárias de seis em seis meses. Assim, são criadas as notas de serviços e, mais e mais, crescem o número de empresas que querem "trabalhar" para politiqueiros em todas as partes do mundo.E os politiqueiros gostam de fazer obras para que possam engordar as suas contas bancárias e de seus eternos assessores.Se não fazem obras, não são extraídas notas fiscais e, consequentemente, não há lucros(?). Fiscalização? Ela existe no papel. Aqui como na Europa, existem aqueles que são eleitos para fiscalizarem.Mas,também,na sua maioria não passam de politiqueiros.E no meio fica o povo sem nenhuma atenção e poucos direitos.  Chegará um dia que os eleitores saberão detectar os candidatos  políticos deixando de lado os politiqueiros. 
Ruas esburacadas em Portugal

 

REI PELÉ JOGOU PELO VASCO.


Foto 1: Poucos sabem que o clube do coração de Pelé sempre o foi o meu Clube de Regatas Vasco da Gama e disputou um Torneio internacional com a camisa da Gigante da Colina.

Fotos 2 e 3 : Quando jogador do Santos, o menino Pelé, nas sua folgas, dava uma chegadinha na sua cidade natal Três Coração-MG para visitar os seus parentes e amigos. (Fotos do meu arquivo particular).

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

A ISCA. - Primeiro Capitulo



 Quando se fala em  isca, vem logo a imagem de peixe ou de rato. Sim, isca para pescar e isca para pegar aquele rato. E ficamos dias e noites a espera que o camundongo caia na nossa armadilha. E o peixe?   Ah!! Esse então faz com que fiquemos chateados ao levar a nossa isca diversas vezes. Tanto o primeiro como o segundo não descansamos enquanto não pegarmos. 


Em nossas vidas encontramos gente-camundongo e gente-peixe. Pense se não estamos certos! Quantas vezes é passado para trás e você conhece a figura e não tem como a processá-la por falta de provas! Mas, você sabe que foi passado para trás. Então, você começa a armar a ratoeira ou colocar a isca no anzol para pegá-lo.
Tomamos conhecimento de fato interessante que aconteceu durante 64 anos em Minas Gerais. Por ser uma história que teve um final surpreendente, iniciaremos o relato neste primeiro capítulo e ao final daremos os nomes dos personagens. Ou melhor dos que caíram na ratoeira porque os peixes são saborosos e nos dão alegrias nas pescarias tirando o estresse de cada dia.
   “   Em 1934, como se faz nos dias de hoje, a senhora Maria querendo garantir o futuro dos primeiros filhos, comprou um alqueire de terra que ficava encravado no meu do mato. Sabe aquele terreno que o seu vizinho fala : “ fulano, você está maluco! Esse alqueire (+- 48.000 m2) está bem fora do centro da cidade.” Mas, a dona Maria comprou. Era um alqueire que futuramente seria muito bom para os dois filhos. E era tão longe do centro da cidade que já existia dentro do terreno uma criação de gado e um grande curral. A dona Maria não pensava que um dia os seus filhos fossem ter a felicidade de morarem fora do município. A menina se mudou para Montes Claros e o menino para a cidade do Rio de Janeiro que era a capital do Brasil. Montes Claros se tornava uma cidade tipo capital por ser grande e com bastante recursos para a população crescer. A cidade da dona Maria crescia a passo de tartaruga e as dificuldades eram tão grandes que a estrada que ligava a Montes Claros era de chão batido e na época das águas ficava intransitável. Os anos foram passando e na década de 70 o filho homem da Dona Maria foi visitá-la e tomou conhecimento de que aquelas famílias que se consideravam ricas havia invadido o seu alqueire de terra. Imediatamente, procurou dialogar com as famílias invasoras que usaram como farsa o nome de um clube. Uma farsa que ocupava apenas 2.441 metros quadrados e o restante dos 48.000 metros quadrados estava sendo usado criminosamente para construção de casas residenciais e, para agradar o Estado construindo Colégios e posto de Saúde. O proprietário de metade do alqueire de terra entrou com a Ação de reintegração de posse, ganhou e não levou. Por que não levou?  Foi mais uma armação dos falsos ricos. O que aconteceu foi...
(A continuação é o segundo capítulo a ser publicado nos próximos dias. A ISCA, desta vez, foi um alqueire de terra que desvendou o mistério de tantas riquezas de famílias consideradas honestas. Aguardem, os nomes serão publicados. E a ISCA continua até hoje pegando desonestos advogados, políticos, policiais, cartórios, funcionários de órgãos que deviam coibir as injustiças. TUDO INDICA QUE ENQUANTO OS DESONESTOS ESTIVEREM QUERENDO COMER A ISCA,OUTROS SEGREDOS SERÃO DESVENDADOS ORIGINANDO OUTROS PROCESSOS CRIMINAIS E PEDIDO DE INDENIZAÇÃO. E POR FALAR EM SEGREDOS, SÃO TANTAS AS HISTÓRIAS DESSAS FAMÍLIAS QUE EXISTE UMA PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: " Quem matou Lado?") AGUARDEM OS PRÓXIMOS CAPÍTULOS.


OUVIDORIA TER / MG


 Se você considera que os serviços do TER/MG atendem suas expectativas, conte para todo mundo. Caso contrário, conte com a Ouvidoria.
O Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais tem por missão garantir ao cidadão o exercício do direito de votar e ser votado.
Uma das ações realizadas para melhor trabalhar na conquista desse objetivo é a instituição da Ouvidoria pelo TER de Minas Gerais.
Denúncias, reclamações, sugestões e elogios sobre a atuação dos Juízes, promotores e servidores da Justiça Eleitoral mineira, tanto dos Cartórios, quanto da Secretaria, devem ser encaminhadas ao Ouvidor.
É o Ouvidor quem tem a função de defender os direitos e garantias fundamentais do cidadão e de promover o aprimoramento dos serviços prestados pela Justiça Eleitoral.
A Ouvidoria é o seu canal direto da comunicação com o Tribunal Regional Eleitoral e o objetivo desse serviço e atender com presteza, eficiência e transparência, todas as demandas dos eleitores de Minas Gerais.
Para isso, são disponibilizadas três opções de contato.

Fale com a Ouvidoria do TER:
Telefones: (31) 3307 – 1160 / (31) 3307 – 1169
Avenida Prudente de Morais, 100 – CEP 30380 – 002 – Cidade Jardim – Belo Horizonte – MG.

RECURSOS HÍDRICOS: CADASTRO DE USUÁRIOS


INFORMAÇÕES SOBRE O CADASTRO DE USUÁRIOS – BACIAS HIDROGRÁFICAS DO NORTE DE MINAS GERAIS – SF6, SF7, SF8 E SF9.

Diante dos diversos usos da água, da necessidade de garantia de sua qualidade e quantidade, priorizando o consumo humano e a dessedentação animal, a sociedade se obriga a cuida deste precioso bem natural com instrumentos apropriados e eficientes. Desta forma a gestão de recursos hídricos acontece de forma descentralizada e participativa obedecendo a Lei Nacional 9.433/97 e a Lei Estadual que regulamentam a gestão dos recursos hídricos através das bacias hidrográficas.
Para esta gestão foi criado o CADASTRO DE USUÁRIOS de recursos hídricos que é a regularização de todos que usam a água em uma bacia hidrográfica, ou ainda, dos lançamentos de efluentes gerados em processos produtivos, desde que não seja por concessionária de água (distribuição ou rede de esgotamento sanitário).
PARA O CADASTRAMENTO O USUÁRIO PRECISA TER EM MÃOS:
 1 – A outorga (se possuir);
2 - CPF;
3 - CNPJ (se possuir)
4 - Informações de consumo de água;
5 - Vazão da bomba e potência do motor.
MAIS INFORMAÇÕES:
IRRIPLAN Engenharia Ltda.
Rua Marília de Dirceu, 108 / 113 – Lourdes / CEP: 30.170 – 090 – Belo Horizonte – MG
Telefax: (31) 3337 7044 ou 2552 1043 / 2552 1044